Em aplicações executadas em servidores externos, nem sempre é possível controlar a velocidade do incremento na base de dados, impossibilitando assim um bom planejamento para alocação de capacidade, tanto para o ambiente como seu respectivo backup.

Essa situação normalmente leva o gestor de TI a contratar o serviço de backup corporativo primário diretamente com o provedor que já hospeda a aplicação. Por manter uma única empresa responsável pelo processo, essa decisão pode facilitar o gerenciamento e a cobrança do serviço, porém pode gerar custos desnecessários.

Além disso, nem sempre o provedor contratado pode proporcionar a contingência necessária para manter o serviço sempre funcionando, interrompendo inclusive a execução da rotina de backup.

Mesmo sistemas redundantes dentro de grandes datacenters podem ser afetados por ataques virtuais, vírus e outras ameaças como falhas de software ou hardware. Além disso, falhas humanas ocasionadas por manutenções programadas ou atualizações de sistemas operacionais sem o devido cuidado também podem impactar nas operações, gerando a interrupção nos serviços prestados e prejuízo para empresa.

Para minimizar a chance de um possível desastre, manter sempre os dados em duplicidade e fora do ambiente de trabalho pode facilitar a recuperação em casos extremos, principalmente quando não temos o controle sobre o serviço prestado pelo provedor.

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